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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

BEM VINDOS AO ESTADO DE EXCEÇÃO.

  Chegamos ao estado de exceção.

  Absurdamente este já havia começado meses atrás, quando um parlamentar (ainda que tenha sido infeliz na escolha das palavras), teve sua imunidade parlamentar e de opinião desrespeitadas, e porque não dizer... cerceadas.

  Como já disse em textos anteriores, a esquerda soube esperar, costurar sua rede, alí, feita a mão, trama pequena, praticamente uma peneira.

   Mostraram uma mão, mas não permitiam que vissemos o que havia na outra,e agora, o punhal nas costas, entre as costelas vem sendo torcido pelos traidores da pátria, pelos falsos brasileiros.

    Fomos ludibriados ? Ou simplesmente não observamos os sinais ?

    Simples, desprezamos a história pura e simplesmente.

    Cada "Reich" tem a sua forma, sua particularidade,e a mão espalmada, torna-se o punho fechado em riste, a suástica traveste-se de foice e martelo, de estrela vermelha.



   Aparelharam o estado, apinharam em repartições, militantes, olheiros, pessoas que ao longo de anos seguiram um plano,plano este que foi desprezado e até colocado como "ficção".

    Hoje vemos que não o é.

    Tempos difíceis de Monte Castelo, Collechio e Fornovo forjaram homens fortes, que facilitaram a vida de uma geração fraca que começou a emitir sua opinião na decada de 70, e hoje vemos fracos que estão sem saber, cavando uma vala para a própria cova, imaginando ser esta uma trincheira na luta por libertinagens travestidas de liberdade.

   Poucos da minha geração sabem o valor da pátria e do amor a esta, porque depois, somente fracos vieram, alimentados pela imbecilidade incutida por uma mídia hoje sabidamente vendida.

     Venderam a ideia de malandragem, aos que na verdade são vítimas dos malandros manipuladores.

     Fizeram valer o "jabá" e a promessa de mais e mais, para que produzissem suas peças para arrebatar/arrenbanhar uma juventude que teve incutida em sua veia através da infusão midiática, a covardia, a fraqueza e a sensibilidade extrema que os torna incapazes de lutar.

         A desconstrução do homem.

        Consquistaram mentes e corações, mas daqueles que não sabem olhar para a história e identificar os pontos em comum, para o ressurgimento cíclico das piores épocas da humanidade.

        No Brasil atual, vivemos um estado de exceção, tomado por facções criminosas, e políticos tão abjetos que causa espécie imaginar que alguém em sã consciência os apoie. (por isso acredito que a empatia e a identificação pelas práticas espúrias, seja um triste indicativo do caráter maleável demais de uma grande parcela da população)

         Portanto podemos dizer sem medo de errar, que vivemos sob o jugo de Ponscios Pilatos aninhados em seus tronos ministeriais, Escariotes aos borbotões e  adoradores de Barrabás e seu estilo de vida.

          Manobras jurídicas que transformam qualquer "chicana" em uma cartilha do tipo... "caminho suave".

           A recondução a condição de opção política, de um indivíduo tido como o responsável pelo "MAIOR ESCÂNDALO DE CORRUPÇÃO DE HISTÓRIA MUNDIAL ENVOLVENDO UM GOVERNO", com as costas devidamente "aquecidas" por ministros da mais alta côrte, nomeados em sua maioria pelos responsáveis da pior era política, social e moral da história do Brasil.

              Manobras político/jurídicas para reconduzir ao posto mais alto e ao comando da nação, um criminoso, um ex-presidiário, que já coloca em seu futuro mandato uma equipe técnica da pior espécie, apontando para discutir habitação e propriedade urbana, um notório invasor de propriedades, colocando como lastro de seu governo no campo, os movimentos sociais, que na verdade são verdadeiras milícias.

                O Supremo Tribunal Federal reinstaurando a censura sem qualquer pudor em fazê-lo, um Tribunal Superior Eleitoral nitidamente partidário, criminosamente partidário, que aliado a mídia (GESTAPO JORNALISTICA), cria guetos e aponta inimigos em comum.

                  Agora o iminente governo de exceção a instaurar-se de vez em 2023, já deixa claro que o cidadão de bem não tem mais o direito a legítima defesa, e tenham claramente em mente, que a discriminalização das drogas, a diminuição do combate as drogas, a liberação do aborto e da lascívia, da libertinagem travestida de liberdade, serão o ópio do povo, da juventude sensível demais e manobrável pela falta de afeição aos valores corretos.

                   Recolherão as armas vendidas aos cidadãos de bem no país, e digo com todas as letras, serão repassadas ( alegando que foram destruídas ) as milícias da esquerda, ou melhor, aos ditos movimentos sociais, para que sejam uma entidade paramilitar de perseguição, a SS ligada diretamente ao governo, ao partido.

                      Farão as vezes dos "cidadãos" que perseguiam, e identificavam os vizinhos de origem judia para os nazistas, no caso, os comunistas do Foro de São Paulo, que estrutura-se para ser o novo Reich.



                      Eis a inversão de valores sociais que acabará de vez com a sociedade, e o cidadão de bem, patriota, remanescentes daqueles fortes, serão empurrados para um gueto, cercados por um estado de exceção, milícias do partido, e facções criminosas que não furtaram-se de deixar claro em conversas gravadas (pela polícia), que o ex-presidiário seria o melhor para eles e sua relação com o estado. 

                           Observa-se uma celeridade absurda no trato de denúncias (ainda que vazias, no mais escancarado exemplo de litigância de má fé) quando os alvos são desafetos políticos, questionadores que promovam o live pensar, ou indivíduos que tragam a público dúvidas que os togados do partido considerem impertinentes a causa.

                            Até que ponto aceitaremos isso ?

                            Até que ponto a passividade e a subserviência se fará presente, e até quando será possível evitar um movimento de afronta capaz de realmente sensibilizar o mundo livre ?

                           Uma coisa é certa, algo deve ser feito, deverá ser feito, uma vez que em breve e graças ao esforço e paciência destes párias que nunca respeitaram as côres do nosso pavilhão nacional, só restarão os sensíveis demais, encolhidos, e assustados como o caõzinho resgatado de surras reiteradas,e que esconde-se no fundo da gaiola.

                            Muitos pedem as Forças Armadas um auxílio, mas como saber qual o número de "melancias" aquarteladas ? (melancias para quem não compreende a analogia, verdes por fora, mas vermelhos por dentro

                            Não vejo com bons olhos os passos do eleito, suas ideias e princípios sempre abjetos, não convergem para um futuro pretendido por alguns que o elegeram.

                             E ainda assim, questionável o resultado do pleito.

                             Não tenham esperanças, sonhos, aspirações que envolvam liberdade ou igualdade, estamos a beira do precipício, e os fortes, capazes e questionadores são um perigo para aqueles que odeiam fatos, que odeiam a história mas que empurram sua estória.

                            A primeira afronta veio através da perseguição e da patrulha ideológia de ideias e opiniões, a segunda com a instauração da censura sem limites, a terceira virá com a queima dos livros, pois somente a cartilha do partido será aceita.

                               A miséria pretendida não é mera consequência, mas fator determinante para o domínio do fracos, que aceitarão de bom grado a migalha vendida como milagre dos magnânimos que jogarão seus restos para o povo.

                             Que os fortes remanescentes tenham forças para a luta que virá, pois muitos enfrentarão até os próprios filhos, enfraquecidos pela doutrinação nas escolas, e pela mídia hipnotizadora.

                            Penso...  logo resisto.

                            Brasil acima de tudo. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

METRÔ EM BAIRRO NOBRE... PORQUE NÃO?

   É caros amigos... esta semana os moradores de Higienópolis, bairro nobre da cidade de São Paulo onde já morei por alguns anos, demonstraram como é abissal a diferença entre o politicamente correto e a política do "você sabe com quem está falando", ainda muito em voga em terras tupiniquins.
  Moradores indignados, estupefatos, perdendo o sono, e tudo isso porque havia a possibilidade de implantarem uma linha do Metrô e sua respectiva estação "Higienópolis" no bairro. Antes de imaginarem que poderia ser  um conforto para os moradores e pessoas que trabalham na região, antes mesmo de lembrar que seria também ambientalmente correto, que poderia diminuir os indices de emissão de poluentes na região, eles em uníssono côro fizeram ecoar pelos corredores de concreto mais valorizados da cidade, que "pessoas de classe mais baixa", "maconheiros", "ladrões" e todo tipo de pessoas..."pitorescas" (palavras de um infeliz que mostrou-se indignado com a idéia do metrô), vagariam por ruas e praças, trazendo um certo desconforto.
  A aristocracia do inicio do século passado ainda resiste em meio aos casarões, ainda que poucos, não perderam sua imponência, seja abrigando um restaurante ou um buffet infantil, os outros foram ao chão com o passar do tempo, dando espaço aos modernos empreendimentos da região, mas parece que de moderno só o aspecto dos novos casarões, pois a mentalidade provinciana resiste entre aqueles que ali residem. O bem coletivo é um tabu ainda, a divisão de classes faz-se mais explicita, e o mal estar causado por declarações que se não totalmente infelizes, chegam a ser tragicômicas, demonstra que a inclusão social, o bem estar comum, o interesse coletivo e a eficiência do governo só são aplicados nas regiões menos nobres, pois no Feudo da Região de Higienópolis,  o governo não pode demonstrar pulso.
  Consciência ambiental não é plantar hortelã no parapeito de suas mansões suspensas para garantir o cházinho da noite, pensar na coletividade não é imaginar aquela reunião no shoping no final de tarde, facilitar a vida do trabalhador não é garantir o uniforme novo e impecável e tampouco a nova lavadora de alta pressão... como diria Bóris Casoy "isto é uma vergonha!".
  O transporte público deve ser democratizado, bem como o acesso à todas as regiões e bairros, muitos dos antigos moradores do bairro (inclusive amigos meus) são descendentes de pessoas que sofreram nos guetos na Europa durante a segunda guerra, então porque segregar a população mais simples, porque criar guetos morais separando as pessoas desta maneira? Será que com toda a carga de informação, com toda a cultura que reside no bairro, o que ocorre é uma involução?
  Pessoas que lá residem trabalham em outros bairros, pessoas de outros bairros trabalham por lá, em Londres o metrô está presente em todos os lugares ( e eles mantém a pompa, ainda que... "indevida" para os dias de hoje), a qualidade de vida não é só para o trabalhador, mas para o morador também, hoje o carro importado está na garagem garantindo conforto e segurança, e amanhã? Quem garante que em caso de emergência o transporte publico não possa ser utilizado?
 Vamos deixar a vida do começo do século passado nas novelas de época, e vamos rever os conceitos da realidade atual, deveriam cobrar a segurança, não a retirada do metrô.
  A responsabilidade social é um dever de todos... lembre-se, quem garantiu a entrega das chaves da sua cobertura no bairro, não sabia comer com garfo de peixe  tampouco utilizou uma "faiança inglesa" em seu horário de almoço. Pensar no próximo é o exercício de cidadania que separa os cultos dos ignorantes... respeito, é bom e todos gostam.